EDUCAÇÃO

Estudante de comunicação da UFRN recebe prêmio

O documentário intitulado Direitos ou Barbárie, produzido pela estudante de Publicidade e Propaganda, Andressa Milanez, membro do Grupo de Pesquisa Ecomsul (Epstemologias e Práticas Emergentes e Transformadoras em Comunicação) e ligado a pesquisa do Amaru (Observatório Latino Americano de Comunicação, Mídias e Direitos Humanos) do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ficou em 1° lugar e ganhou o prêmio na categoria acadêmico.

            O Prêmio é organizado pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio Grande do Sul (OAB/RS), com o apoio da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (ARFOC/RS) e da ARFOC/Brasil - instituiu em 1984 o “Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo”, com o objetivo de estimular o trabalho dos profissionais do jornalismo na denúncia das violações e na militância ao respeito dos Direitos Humanos. Em 2017, na edição em que completa 34 anos, abordou a temática “Direitos Humanos e o combate a toda e qualquer forma de violência”.

O documentário Direitos ou Barbárie trata sobre a questão das violações de Direitos Humanos cometidas pelos programas policialescos, com ênfase no Patrulha da Cidade, programa televisivo da TV Ponta Negra, filial do SBT no estado. Nele, são expostas as violações ocorridas nesse tipo de conteúdo, de forma didática, de fácil compreensão e com exemplos concretos, a fim de gerar uma reflexão sobre esse tema que é tão pertinente de discussão, explica Andressa.

Quando questionada sobre o sentimento de ter seu documentário reconhecido, Andressa diz que sente gratidão. “Gratidão por ter conseguido, junto aos outros estudantes participantes, produzir um conteúdo de relevância para a sociedade e ter ele reconhecido. Desejo que a mensagem contida no documentário seja transmitida da melhor forma possível e que seja capaz de plantar uma semente de mudança em quem assistir. Não podemos permitir que a mídia viole direitos e a luta deve continuar! ”, afirma.