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Campanha Sangue Universitário: um perfil de quem doa

O projeto de extensão Sangue Universitário realizou, nos dias 21 e 22 de setembro, a 9° edição da campanha para coleta de sangue dos estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (UFRN) que se interessaram participar das doações.

A necessidade surgiu das campanhas feitas pelo Hemocentro do Rio Grande do Norte (Hemonorte), em Natal, para aumentar os estoques do banco de sangue. Segundo o a centro, cada doação pode salvar até quatro vidas. 

Composto por voluntários de vários cursos da UFRN, o projeto contempla, também, estudantes da Universidade Potiguar (UnP), da Faculdade Mauricio de Nassau e de diversas outras instituições externas à universidade.

A Agência Fotec esteve presente durante a campanha e coletou diversos depoimentos dos alunos que se disponibilizaram a participar do projeto, contribuindo para aumentar os estoques do banco de sangue do Hemonorte.

Confira o perfil de alguns dos estudantes que participaram da campanha:

Samuel Matos, 19, é estudante do curso de Ciências e Tecnologias (C&T), da UFRN. Por indicação do amigo, descobriu a campanha e voluntariou-se para doar sangue. “É importante por estarmos ajudando alguém, e é algo que eu sempre gosto de fazer”, afirma Samuel, com um sorriso largo no rosto, quando perguntado sobre o que o motivou a estar realizando a doação.

Maria Luiza Andrade, 21, é estudante de Biomedicina e faz parte do projeto de extensão. “Tentamos realizar, todo semestre, campanhas para doação de sangue e cadastro de doadores de medula óssea, assim como também realizamos cursos ligados a esses assuntos”, comenta Maria sobre o projeto. “É uma grande experiência para mim porque eu gosto bastante dessa área do voluntariado”, explica. “Doar sangue é salvar vidas, é se doar”.


Maria Eduarda, 20, faz Ciências Biológicas. “Porque salva quatro vidas, é uma coisa que eu tenho eu posso doar para outras pessoas, ajudá-las”, comenta a estudante sobre a importância de estar, ali, doando sangue. “Quem tem capacidade de ajudar com a doação é muito importante vir aqui, pois você estará fazendo alguma coisa pelo outro, que pode ser seu conhecido ou não”.

Layana Meirinho, 18, e Rondinelly Costa, 20, ambos estudantes de C&T, eram um casal não-definido antes dessa matéria. Ao perguntarmos se eram namorados, a resposta foi um rápido sim, e isso surpreendeu os amigos que estavam os acompanhando na doação de sangue. “Eles só se assumiram agora, estou surpresa”, comenta a amiga. “A gente precisa sempre ajudar porque uma hora pode ser a nossa vez de necessitar”, comenta Layana. “Quando nós ajudamos o outro, nós também recebemos algo em troca; é uma questão de solidariedade”, concorda o casal após uma apaixonada troca de olhares.

Beatriz Susan, 21, aluna de C&T, faz parte do Centro Acadêmico de Engenharia de Produção (Caenpro) e motiva todos os estudantes da universidade a realizarem a doação de sangue, assim como ela o fez. “Nós estamos compartilhando a campanha [na página do Facebook] para incentivar o pessoal a vir participar porque é de extrema importância”, comenta a estudante, que nos procurou para realizar o perfil, pois considera essencial todo o trabalho de divulgação para que mais pessoas possam doar sangue.