EDUCAÇÃO

II Colóquio Internacional SDJC começou hoje

Foto: Juliana Garcez

No primeiro dia do II Colóquio Internacional Sociedade, Direitos e Justiça Cognitiva, aconteceu a Oficina de Linguagem Fotográfica, ministrada pela doutoranda Ana Carmem Nascimento na sala 403 do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes – CCHLA.

A futura doutora falou das técnicas básicas da fotografia e das atitudes que um bom fotógrafo deve tomar ao longa da carreira, bem como do dilema ético que se faz presente devido as novas tecnologias e suas contínuas inovações, que por muitas vezes seduzem com suas novidades e ofuscam o verdadeiro valor e objetivo do ato de fotografar.

Houve um debate sobre os conceitos de beleza técnica e estética, onde a subjetividade e o estudo da linguagem fotográfica estão diretamente envolvidos. Segundo Ana Carmem, a estética depende do indivíduo que observa a imagem e a técnica, apesar de existir opções variadas, é mais linear e possui regras estabelecidas.

A oficina foi permeada por analogias a ferramentas e atividades cotidianas, possibilitando aos participantes um entendimento rápido e divertido de temas mais complexos desse mundo técnico da fotografia, desconstruindo a ideia de que técnica fotográfica só pode ser ensinada de forma séria.


GT discutiu trabalhos ligados a diversas ciências sociais

Também ocorreu o Grupo de Trabalho Pluralismo Jurídico: Moralidades e as Novas Justiças na sala C5 do Setor II, mediado pelo professor da Universidade da Federal da Paraíba - UFPB e doutorando da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Estevam Dédalus, e a Mestre da UFPB, Carolina Batista.

Foram apresentados vários trabalhos em áreas das Ciências Sociais e realizadas discussões a cada três apresentações. Questões polêmicas como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST e os Black Blocks foram discutidas sob novas óticas: “Os movimentos sociais brasileiros não tem nada de revolucionários, e sim de reformadores. Essa é uma característica geral deles.”, afirmou Carolina Batista ao falar sobre o MST.

O GT contou com a presença de muitos estudantes e recém graduados do curso de Direito. Thaíse Rêgo, da Universidade Estadual da Paraíba, que foi uma das graduadas expositoras de trabalhos desta manhã, ressaltou a importância da interdisciplinaridade na atuação dos profissionais de sua área: “Nós juristas, na hermenêutica do Direito, necessitamos dessa pluralidade e dessa interação de outras ciências sociais para podermos exercer bem a nossa profissão e tomar boas decisões.”.